Dica para alimentar gatos:
"Você é o que você come" faz parte do senso comum e é tão verdadeiro para o seu gato quanto para você.
Dê ao seu gato uma alimentação de qualidade e você provavelmente terá um gato saudável.
A exemplo dos alimentos humanos, há algumas guloseimas felinas que são boas para os gatos e outras coisas que não passam de alimentos
calóricos, sem valor nutritivo. Um item da lista dos alimentos não muito saudáveis consumido de vez em quando não causa nenhum dano
permanente, mas não permita que isso se torne parte da alimentação regular do animal.
O seu gato precisa de nutrição adequada tanto quanto você
.

Dicas para cuidar do pêlo dos gatos:
Você já procurou saber por que alguns gatos estão sempre bonitos e com o pêlo brilhante e outros não?
Embora seja verdade que alguns gatos nascem com "pêlo bom", os cuidados com a aparência têm um papel importantíssimo também.
Contudo, os gatos são animais meticulosos. Eles costumam cuidar de si mesmos muito bem, sempre lambendo o pêlo para mantê-lo limpo
e no lugar certo. Mas qualquer gato pode passar de fofinho a sujinho sem a ajuda dos amigos humanos.
Todos sabem que quanto mais pêlo houver para cuidar, mais trabalhoso será. Quanto mais fofo for o pêlo do gato, maior a probabilidade
de ele embaraçar. Esses emaranhados espessos de pêlo podem ser doloridos e até ferir a pele do gato se o nó for muito grande.
O pêlo embaraçado é constrangedor para o gato também, porque a única maneira de se livrar do problema é raspá-lo.
Nada parece mais desconfortável do que um gato com o pêlo raspado.Não que gatos de pêlo curto não precisem de cuidados regulares,
nem que nunca embaraçam - isso acontece sim. A questão é que o pêlo mais curto e mais grosso requer menos manutenção do que o
pêlo longo e sedoso.
Quanto mais pêlo ele tem (e quanto mais o animal cuida de si mesmo), mais pêlo ele engole. O animal não faz digestão dos pêlos e eles
podem acumular-se no estômago e nos intestinos do gato e formar bolas de pêlos. Seu efeito colateral menos perigoso, mas mesmo assim
desagradável, é o gato expeli-los ao tossir - geralmente em momentos ou em lugares que você preferiria que isso não acontecesse.
Uma observação mais séria, contudo, é que a grande quantidade de pêlo engolido pode, na verdade, obstruir os intestinos do gato,
sendo necessária uma operação para salvar a vida dele. A questão principal, como dizem por aí, é investir alguns reais em uma
escova e pente - e usá-los.
*Ferramentas e dicas para cuidar da aparência dos gatos em casa
Todo dono de gato precisa de alguns itens para cuidar da aparência do animal. Um pente de metal é a ferramenta mais essencial
para cuidar do pêlo dos gatos. Pentes resistentes de aço inoxidável com dentes largos e redondos são fáceis de encontrar e têm preço
razoável. Uma escova adequada tem cerdas semelhantes a dezenas de minúsculos pregos dobrados. Elas se parecem com as asperezas na
língua do gato e têm o mesmo objetivo no cuidado com o pêlo. A maioria dos gatos gosta da sensação da escova e do pente de metal -
a menos, é claro, que haja pêlos embaraçados.
*Eis algumas dicas para cuidar da aparência do gato em casa:
Transforme o momento em pura diversão - a maioria dos gatos adora ser acariciada e gosta da sensação de cuidados leves com o pêlo.
É um ótimo comportamento social - gatos que se dão bem uns com os outros ficam cuidando do pêlo alheio por longos períodos de tempo.
Quando for hora de cuidar da aparência do bichano, aproxime-se dele calmamente, e intercale as escovadelas no pêlo com carinhos regulares.
Use de contenção - é bom limitar os movimentos do gato (com cuidado) desde que ele não comece a entrar em pânico, mas lembre-se de se
proteger também. Não tente forçar o gato a sentar-se imóvel ou ficar em posição desconfortável por muito tempo. E tome cuidado para não
exagerar na intensidade das escovadelas. Pense que você não gosta que puxem seu cabelo, então imagine a sensação de puxarem seu cabelo
em todo o corpo.
Saiba quando parar - talvez não seja possível cuidar do pêlo todo do gato em apenas uma sessão. Isso é normal. Se você cuidar do dorso e
da cauda e, depois, ele começar a se irritar, desista e tente terminar um ou dois dias depois. É melhor ter meia dúzia de sessões de cinco
minutos na semana e um gato contente do que uma batalha de 25 minutos e um gato que corre e se esconde ao ver a escova.

Como cortar as unhas dos gatos:
Você pode investir em um cortador de unhas específico para gatos se quiser, mas cortadores comuns, usados pelas pessoas, também
funcionam bem. Sente-se no sofá e segure o gato como se estivesse segurando um bebê para amamentá-lo. De leve, aperte o dedo do
gato entre o seu polegar e o indicador, deixando a unha visível. Com cuidado, corte a ponta afiada, mas fique apenas na parte clara,
em direção à ponta da unha (você tem que enxergar a parte avermelhada; não corte ali ou você causará desconforto e sangramento).
Repita o procedimento em cada dedo.
Nenhum gato gosta de cortar as unhas, mas se você acostumá-lo desde filhote, será mais fácil quando ele for adulto.
Além disso, procure brincar de vez em quando com as patas e os dedos do gato; caso contrário, ele sempre saberá que você vai cortar
suas unhas assim que segurar sua pata.

Vacinas:
0 tifo, a coriza, a leucose e a raiva podem ser evitados ou seus sinais clÍnicos muito atenuados pela vacinação.
Seu veterinário ira recomendar o esquema de vacinação mais apropriado para seu gato. Em regra geral, a primeira vacinação e feita a
partir da idade de 8 semanas com um reforço na 12 a. semana. Todas as vacinas podem ser feitas ao mesmo tempo, mas, por razoes legais,
a primeira vacina contra a raiva deve ser feita após a idade de três meses. Recomenda-se um reforço anual e é prudente evitar colocar
um gato em contato com animais estranhos, antes do reforço de l 2 semanas, para inibir qualquer risco de contaminação antes que a vacina
assegure a proteção.

Cuidados:

*A PELAGEM
A pelagem de um gato em boas condições de saúde e lisa e brilhante. A maioria dos gatos se limpa com assiduidade. Na maioria das vezes,
uma deterioração do estado da pelagem e um sinal de doença. Recomenda- se, portanto, uma escovação regular, sobretudo em gatos de
pelos longos. De fato, os pelos tem a tendência de embaraçar para formar nós e tufos, que poderão ser eliminados através da tosa.
A ingestão excessiva de pelos contribui para a formação de bolas de pelos no estomago, o que pode provocar vômitos. A alimentação tem uma
influencia muito grande sobre a beleza do pelo.Completa e equilibrada, ela tornará a pelagem de seu gato ainda mais lisa e mais brilhante.
Alguns gatos não se limpam tão bem. Eles adoram rolar na lama e tomam pouco cuidado com sua pelagem. Nestes gatos, alem de uma
scovação regular, será necessário planejar banhos, habituando-os progressivamente ao contato com a água. Utilizar somente um produto
especifico para gatos.

*OS OLHOS
As lágrimas que umidificam os olhos são normalmente drenadas por um pequeno canal entre os olhos e o focinho: o canal lacrimal.
Nas raças de face achatada (como o Persa), a drenagem e ruim e as lágrimas tendem a escoar sobre a parte saliente do focinho,
formando um escoamento marrom, que pode ser limpo com um algodão seco. Um escoamento excessivo de lágrimas, com o interior das
pálpebras (conjuntiva} bem vermelho e uma dificuldade de manter os olhos abertos indicam uma afecção dos olhos (gripe, doença viral ...)
Consulte seu veterinário.

*AS ORELHAS
Elas devem ser limpas. Você pode limpa-las com um algodão seco. Evite introduzir cotonetes ou outros objetos dentro do conduto auditivo,
que podem empurrar os fragmentos para o fundo. Parasitas podem se desenvolver no interior do conduto auditivo. Em caso de secreção
excessiva, de pus, ou se o animal coça vigorosamente as orelhas, consulte seu veterinário.

*OS DENTES
O tártaro tende a se acumular sobre os dentes do gato. Com o tempo, provoca a inflamação das gengivas, produz um mau-hálito e pode
mesmo levar a perda dos dentes. Seu veterinário pode remover o tártaro dos dentes de seu gato sob anestesia geral.
0 cuidado com os dentes é essencial para preservar a boa saúde de seu gato.

*AS GARRAS
Quando elas se tornam muito longas, é necessário corta-las. Consulte seu veterinário sobre como proceder.
Oferecendo um arranhador a seu gato, você permite que ele mesmo cuide de suas garras e evita que ele as uti1ize sobre sua mobília.

Como apresentar o gato ao cão e vice-versa:

Na maioria das vezes, é possível obter convivência pacífica entre cães e gatos. Mas é preciso saber apresentar um ao outro.
Ainda mais se ambos forem adultos. Sem adotar uma técnica adequada, o estresse poderá resultar em ataque com risco de vida para o gato
e de feridas para o cão, que pode até ficar cego.


*Sem pressa
A aproximação deve ser sempre gradual. Como numa terapia, o cão precisa aprender a controlar seus instintos de caça.
O gato, por sua vez, precisa perder o medo de um dos seus principais predadores. E o animal que já vive na casa quando o novato chega
tem de aceitar a "invasão" de seu território. Essa "terapia", para dar certo, pode demorar uma semana ou vários meses.
O importante é haver avanços sem expor os animais a riscos excessivos.

*De olho no estresse
Reserve uma área da casa na qual o gato ou os vários gatos se sintam completamente seguros. Coloque nela água, comida, "cama" e,
mais afastada, a caixa de areia. Se nessa área, que serve para garantir o relaxamento felino, o gato não se alimentar, não dormir ou não
fizer as necessidades normalmente, é possível que o programa de adaptação esteja causando estresse a ele e acabe por prejudicar sua saúde.

*Segurança
A aproximação deve ser feita com controle máximo. O cão fica contido na guia e o gato é posto numa caixa de transporte ou numa gaiola,
para não haver risco de sair correndo e estimular o cão a persegui-lo.
A simples proximidade dos dois é valiosa para a "terapia" fazer efeito. A distância entre ambos deve ser tal que o gato não entre em
pânico e que o cão consiga controlar a agressividade predatória. Pode-se tentar inicialmente mantê-los a cinco metros um do outro,
por exemplo. Durante a sessão, ofereça guloseimas e brinquedos ao gato e ao cão.
Isso os distrairá e fará que relacionem o outro a algo prazeroso. Com o tempo, o cão transferirá seu principal interesse para os petiscos e
os brinquedos. E o gato se mostrará tranqüilo na caixa de transporte, mesmo quando o cão estiver bem próximo. A duração e a freqüência
de cada sessão podem variar. De modo geral, quanto maiores ambas forem, melhor, desde que seja sempre respeitado o bem-estar do gato
.

*Soltando o gato
Quando o gato estiver brincando durante as sessões, é porque está ficando relaxado na presença do cão. A soltura, inicialmente, será apenas
do gato. O ideal é fazê-la numa área pequena, como um quarto, para reduzir a possibilidade de o gato sair correndo, o que estimularia o
instinto de caça do cão.
Com o cão na coleira, abrimos a caixa de transporte. Permitimos que o gato saia, sem forçá-lo. Enquanto o gato estiver solto, o cão fica na
guia. Como medida de segurança, convém estar com um borrifador de água para, se houver tentativa de ataque por parte do gato, inibi-lo
com borrifos. Repita a sessão em diferentes ocasiões.
Quando o cão e o gato se mostrarem totalmente confortáveis na presença um do outro, use uma guia mais longa no cão.
Solte o gato em ambientes cada vez maiores, sempre mantendo o cão na guia.

*Tolerância zero
Repreenda o cão de imediato se ele esboçar intenção de perseguir o gato. Fique especialmente atento nas primeiras corridas.
Nunca deve ser permitido que o cão assuste o gato, independentemente da intenção: brincar, cheirar ou atacar. O cão pego nessas situações
ou em outras que intimidem o gato, como olhar fixamente para o felino, correr na direção dele ou obstruir a passagem dele, deve ser
advertido com uma bronca, um tranco na coleira ou outra situação desagradável. Ao inibir o comportamento do cão, precisamos ser eficazes
sem assustar o gato.

*Liberdade total
Só deixe o gato e o cão totalmente livres, sem supervisão, quando a convivência entre eles estiver totalmente tranqüila. Em casas com vários
cães, a situação sempre será bem mais perigosa. Um cão pode estimular o instinto de caça e de competição do outro. Quando houver mais
de um gato ou cão na casa, a aproximação será feita individualmente, apresentando-se um gato a um cão de cada vez.

Como adaptar os gatos em casa:
Algumas dicas podem ser importantes para que a adaptação de seu novo animalzinho seja menos traumática.
Ao chegar em casa com o gato novo, coloque a sua caixa numa peça tranqüila, isolada, e abra a portinha, mas não o obrigue a sair.
Espere que ele tome a iniciativa. Alguns fazem isso imediatamente, outros podem demorar dias. Para os mais assustados, deixe comida, água
e areia sanitária disponíveis, e espere.
Nem sempre eles ficam assustados. A maioria passará imediatamente a explorar a casa nova, cheirando e apalpando. Deixe que ele faça
isso sozinho, uma peça da casa de cada vez.
Em nenhuma hipótese permita que no primeiro momento o novo gato tenha contato com os outros animais da casa. Primeiro ele precisa se
sentir mais seguro. Depois de algum tempo, vá deixando que eles se vejam de longe. Eles vão resmungar, chiar uns para os outros, mas
dificilmente chegam a se agredir de verdade. O mais comum é que logo estejam se tolerando bem.
Se você mora em uma casa, não o deixe sair para o pátio por pelo menos duas semanas, para que ele não fuja e acabe se perdendo.

Onde fazer as necessidades fisiológicas:
O gato procura naturalmente a areia para fazer suas necessidades, desde bem pequeno. Basta que você mostre uma vez a ele onde fica o
banheirinho, e ele sempre irá para lá.
Quando o gato faz xixi ou cocô fora do lugar, algo não está como de costume. Ou o banheirinho está muito sujo, ou ele está com problemas
renais/intestinais, ou ainda está querendo chamar sua atenção, talvez pela chegada de outro animal à casa.
No caso de machos adultos não castrados, é normal que eles “batizem” com um spray de urina vários pontos da casa. É um instinto territorial.
Ele quer afastar “adversários”, mesmo que esses não existam. Essa é uma das razões pelas quais os gatos devem ser esterilizados a partir
dos seis meses de idade.

Como deve ser o banheirinho:
O banheirinho ideal é uma bacia retangular de plástico, com bordas nem muito altas nem muito baixas, cheio de areia sanitária
(qualquer supermercado tem). Alternativas à areia industrializada seriam areia comum, serragem, e até ração para aves.
Essas opções não são muito boas, pois criam cheiro e podem transmitir doenças aos gatos. Jornal picado também pode ser um substituto.

Como tratar os vermes:
Todos os gatos devem tomar vermífugos semestralmente, principalmente os que têm acesso a jardins. Drontal, Canex e Petzi são algumas
das marcas mais usadas. Dose de acordo com a bula.
Filhotes a partir de 8 semanas já podem, e devem tomar. A presença de um pouco de sangue nas fezes pode indicar uma infestação maior
.

Como tratar as pulgas:
Hoje existem muitos produtos para evitar pulgas, sendo os mais conhecidos o Front Line, Advocate, Revolution. Não são baratos,
mas são os que realmente resolvem. Xampus, pós e sabonetes não costumam resolver e ainda podem intoxicar o gato. Inseticidas, nem pensar.
Os gatos são muito sensíveis a venenos. Pisos com carpete ou tábuas estimulam o crescimento das pulgas. Quando há grandes infestações,
toda a casa precisa ser tratada. Pergunte ao veterinário.

Esterilização:
Todo gato, macho ou fêmea, deve ser esterilizado por um veterinário competente, a partir dos seis meses de idade.
Nunca, nunca aplique nas gatas injeções anticoncepcionais: elas causam câncer em 99% dos casos. Também não deixe a gata tendo cios
sucessivos: ela igualmente terá câncer, de mama ou outro órgão. A esterilização é prática, rápida e resolve o problema definitivamente.